Àquele Palhaço, nos dias de folga 「(それほど老いてはいない)あのピエロの、休日の姿に」
É sempre um "você precisa falar" que vem de quem não tá pronto pra ouvir.
É sempre um "você tem que abaixar a guarda" e nunca um "vamos criar um ambiente de afeto".
É sempre algum turntwist malabarista exofágico que vai me carcomendo.
É sempre alguma pessoa, e a pessoa sempre passa.
É sempre um rodízio, mas muitas vezes a mesa fica vazia.
Carcomida e malabarista vida¹ contida em um glóbulo de vida² que não foi.
Vida³ circense, mas o palhaço é sempre o outro.
[requisitos:]
gostar de mim (se não for muito incômodo
não me trair (se possível
não me abandonar (se der
me tratar igual gente (opcional
- Mas já é tarde.
Não tem mais "mas"
Mais vale quando tarde. Mais vale quando já é fim. Mais vale quando já foi desconforto.
Menos vale quando foi bom.
(Schopenhauer, é você?)
(não, não - a citação do palhaço veio do Søren)
Menos vale quando não tem validade.
Não tem validade quando não é idealizado.
A idealização separa as mãos da realidade, e leva alguns dedos junto.
Os dedos da mão vazia que ainda me permanece grudada ao próprio corpo ainda apontam -NÃO
E eu respondo -SIM, SENHOR!
Mas sempre tem um "mas"
Mas sempre têm os dedos que ficam
E o martelo ainda não cansou de açoitar aquele dedo torto que não aponta.
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